O início da década de 90 marca o nascimento do "Boavistão" europeu. A equipa então orientada por Manuel José surpreende alguns pesos pesados do futebol do Velho Continente, como o Inter de Milão e a Lázio na Taça UEFA, passando a ser conhecida no meio como a "equipa das camisolas esquisitas". O crescimento do clube fazia-se sentir também no campeonato nacional e o segundo lugar conquistado em 1998/99 permitiu ao Boavista de Jaime Pacheco estrear-se na Liga dos Campeões na época seguinte.O sorteio até não ditou adversários de primeira linha, mas frente a Rosenborg, Feyenoord e Borussia de Dortmund, as panteras conseguiram apenas uma vitória e dois empates e ficaram pelo caminho. O grande momento da história do clube aconteceu em 2000/01a conquista do título nacional parecia provar que o Boavista estava cada vez mais perto dos três grandes e a performance na Liga dos Campeões da época seguinte também augurava um futuro radioso para os lados do Bessa. Apesar de estar no mesmo grupo do Liverpool, Borussia de Dortmund e Dínamo de Kiev, a equipa de Jaime Pacheco garantiu um inédito apuramento para a segunda fase de grupos, onde apenas os "monstros" Manchester United e Bayern de Munique impediram o xadrez de atingir os quartos-de-final. Desde então, um deserto. O novo Estádio do Bessa consumiu recursos - a presença em duas edições da Liga dos Campeões valeu mais de 14 milhões de euros - e lançou o clube numa crise financeira e directiva sem precedentes, que parece afastar o sonho de nova presença na Champions a breve prazo.
NOTICIA DO JORNAL DE NOTICIAS
1 comentário:
E acredito que havemos de voltar a brilhar !
Beijinhos.*
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